Economia

Fortaleza possui hoje destacada expressão econômica regional. No último cálculo do Produto Interno Bruto (PIB) divulgado pelo IBGE (2010), o valor chegava a R$ 37,1 bilhões, o que corresponde a quase metade do PIB do Ceará (48%), superando estados como Piauí, Rio Grande do Norte, Paraíba, Alagoas e Sergipe. É ainda o maior PIB entre as capitais do Nordeste e o 8º entre as do Brasil. Segundo a IPC Marketing Editora, em 2013, Fortaleza foi o 8º mercado consumidor em potencial do Brasil.

O orçamento de Fortaleza (R$ 7,29 bilhões em 2016) é o quinto entre as cidades brasileiras e o primeiro entre as do Nordeste, abaixo apenas de São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte e Curitiba.

Conforme o IBGE (Regiões de Influência das Cidades. Rio de Janeiro: IBGE, 2008), a rede urbana sob o seu comando é a terceira em população do País, superada apenas pela de São Paulo e, por reduzida margem, pela do Rio de Janeiro. Ela se estende além do Ceará, alcançando os estados do Piauí e Maranhão e a área do Rio Grande do Norte, que compartilha com Recife.

Fortaleza é, portanto, um dos principais destinos da produção agropecuária e dos transportes coletivos regulares de municípios deste e de outros Estados, cujas populações leem seus jornais e a procuram a fim de adquirir produtos e serviços, buscar tratamento de saúde, cursar ensino superior e utilizar seu aeroporto. E isso sem falar no turismo, que atrai gente de todo país e do exterior, e se afirma como um dos principais nichos a explorar, haja vista o forte impacto que traz à matriz de insumo-produto da economia.